quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Convite encontro março/2011


Querida amiga pastora, missionária, esposa de pastor, mulher em ministério. 

Graça e Paz!

Queremos convidá-la para uma tarde agradável com mulheres que servem ao Senhor no ministério cristão.



A palavra desta tarde será trazida pela Celina Rempel do Projeto Ana da Rádio Transmundial. 

Venha e traga junto uma colega de ministério para que possamos desfrutar juntas de um momento de pastoreio mútuo onde também seremos encorajadas a ter o próprio grupo. 

Vai ser uma alegria tê-la conosco.

Mulheres em Ministério (MM)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Oração pela Igreja Evangélica Brasileira

Durvalina Bezerra, uma Mulher em Ministério, coordena uma comissão de oração e convida outras MM a se unirem em oração pela Igreja Evangélica Brasileira.

I. Orar pela Unidade da Igreja. Jo. 17:21
• Orar pela unidade da Igreja – que haja comunhão e interação naquilo que nos une como Corpo de Cristo, tolerância para com as nossas diferenças e discernimento para distinguir os absolutos dos relativos.
• Pela preservação das verdades bíblicas da doutrina cristã evangélica.
• Pelo testemunho dos evangélicos em cada segmento da sociedade, como sal e luz do mundo.

II. Clamar pela Liderança Evangélica. Jr. 23:1;4
• Pelos Líderes das diversas Igrejas e denominações; líderes de redes , movimentos e associações
• Por capacitação do Espírito Santo para a organização dos diversos ministérios e da liturgia.
• Por um compromisso sério com a Teologia bíblica e com a interpretação da Verdade sagrada.
• Por um posicionamento ético – diante da comunidade evangélica e diante da sociedade.
• Por sabedoria e prudência para se posicionarem nas diversas questões que envolvem os anseios e ideais da sociedade brasileira: justiça social, educação, questões de gênero- de aborto –de opção sexual, etc.
• Pela integridade das famílias evangélicas.

III. Por uma igreja comprometida: Mt. 16:18
• Com a formação do caráter cristão que releve as virtudes e os valores do Reino de Deus e contagie a sociedade com um testemunho digno que honre o nome do nosso Senhor.
• Com a evangelização mundial.
• Com a missão integral – ações sociais e justiça como direito para todos.
• Com a proclamação do evangelho da salvação como necessidade primordial do pecador.

IV. Pela Formação da Aliança Cristã Evangélica do Brasil. Jo. 17:18-19
• Para que Deus a use como movimento catalisador para a unidade do Corpo de Cristo.
• Pelo Pr. Valdir Steuernagel coordenador da comissão de fundação e por sua equipe de trabalho.
• Pela sua influência na sociedade – que ela seja a porta-voz dos evangélicos, representando-os diante dos poderes públicos e privados através de suas organizações relevando os valores do Reino de Deus.
• Por sabedoria e prudência para conciliar os diversos segmentos da Igreja Evangélica e de suas associações, instituições e redes – priorizando o Reino de Deus e a sua justiça.
V. Pelos Seminários , Faculdades e Escolas de formação de obreiros: Pv. 2:3-5
• Para que busquem a excelência na formação e sejam capazes de unir o acadêmico (conhecimento) com a piedade (espiritualidade bíblica) e a prática (ações concretas do evangelho integral).
• Pelo corpo gestor – administrativo, docente e discente.
• Por vocacionados para o ministério sagrado.
VI. Pelas Agências Missionárias e Centros de Treinamento: Ef. 6:18-19
• Estrutura e Organização
• Direção
• Projetos
• Missionários de Base e de Campo

VII. Pelas Instituições, Associações, ONGs e projetos sociais que labutam a favor do necessitado. Lm. 2:19
• Pela Rede Nacional de Ação Social - RENAS – seus diretores - projetos e todos que comungam com o ideal de servir com obras humanitárias.
• Pela liderança evangélica para que se comprometam com a missão integral da Igreja.
• Pelo congresso de Lausanne em outubro – 2010. Pela comissão organizadora, pelos preletores e congressistas.
• Pela revisão e atualização do “Pacto de Lausanne”, que seja usado em todo mundo como norteador e incentivador da Missão Integral da Igreja.
VIII. Pela nação brasileira: I Tm. 2:1-2
• Governo e autoridades constituídas.
• Família, crianças, adolescentes.
• Pela força jovem da nossa nação.
• Por todos os que constituem a sociedade brasileira.
• Pelas eleições de 2010

Durvalina Bezerra
Comissão de oração







sexta-feira, 18 de dezembro de 2009



Caminhos da Mulher de Deus - Amigas 

ZENILDA REGGIANI CINTRA Pastora, membro da equipe pastoral da IB Curuçá, Santo André (SP) 

Quando minha irmã era pequena sempre se referia a sua “patotinha”. A palavra era motivo de brincadeira na família, mas para ela indicava as amigas em quem confiava e eram importantes naquele momento da sua vida. Toda mulher precisa de uma “patotinha”, amigas verdadeiras que tornem a vida mais doce e mais alegre. Pastoras e esposas de pastor, líderes em qualquer área, profissionais, mulheres em qualquer idade, todas nós precisamos de amigas. Li recentemente que uma mulher precisa de pelo menos cinco tipos de amigas: a alegre e dinâmica que a motiva a ir adiante, a que conhece todo o seu passado e é capaz de partilhar momentos nostálgicos, uma que seja o ombro para chorar nos momentos difíceis, uma conselheira sensata e outra que seja franca para dizer as verdades que precisamos às vezes ouvir. Achei interessante e pertinente. Acrescentaria, como característica a todas, a fé, ainda que precisamos também ter amigas verdadeiras que não conheçam a Cristo, a fim de que por meio da amizade possamos ser um espelho do amor de Deus. Sempre tive amigas especiais nos diversos estágios de amadurecimento, no ministério, como pessoa, como mãe, como esposa, enfim, mulheres que oram instrumentos de Deus para o meu consolo e crescimento. 

Uma história que me faz pensar na necessidade feminina de ter amigas é a de Maria quando soube que estava grávida. Para ela, uma mulher muito jovem ainda, a visitação do anjo, o fato de estar grávida ainda virgem e a nova vida que se descortinava diante de si eram, certamente, motivos para perplexidade e muitas perguntas para as quais não havia resposta imediata. E para onde ela vai? Falar com outra mulher, Isabel, também vivendo um momento singular em sua vida, certamente perplexa diante da gravidez em sua velhice, do marido que estava mudo, mas uma mulher experiente, esposa de um sacerdote e ambas cheias de fé. As realidades eram diferentes, mas a gravidez era a experiência comum. As duas conversam, animam-se, em solidariedade, companheirismo e aceitação, entendendo o mover de Deus na vida de ambas e, no final, Maria consegue cantar, alegrar-se por tudo o que está acontecendo e glorificar no nome do Senhor. Como é importante termos amigas para compartilhar nossas perplexidades, interrogações, alegrias, ristezas, sonhos e encontrar nelas aconchego e palavras de fé! Recentemente Deus acrescentou a minha vida um grupo de novas amigas, uma “patotinha” para este tempo. 


A aproximação foi intencional, uma vez que todas nós temos responsabilidades no Reino de Deus, somos bastante ocupadas e temos abrangência em ministério com mulheres. Apesar da agenda cheia, separamos tempo para estarmos juntas, conversarmos, rirmos, refletirmos a respeito de ensinos bíblicos para nossa integridade pessoal e orarmos, enfim, nos pastorearmos mutuamente. Sempre que volto de nosso momento juntas tenho vontade de cantar. Lembro-me de Maria, e também engrandeço ao Senhor e alegro-me nele, porque depois de conversar com elas entendo melhor o mover de Deus em minha vida.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009




CAMINHANDO JUNTO AO FERIDO
por Ingrid Lawrenz, MSW
            Recentemente, nossa igreja foi abalada por duas mortes prematuras, ambas por câncer. Uma delas foi a de um jovem pai de três, e a outra a de uma jovem mãe de três. A dor era real, quando família, amigos e pastores choravam abertamente em cada funeral. Mas os dois crentes terminaram bem. Seu tempo na terra foi gasto em fé inabalável. Eles foram visivelmente abençoados pelos irmãos que os cercaram de amor. Eles morreram embalados pelos braços de seus amados. Por dias, enquanto um cristão está morrendo, o véu entre esta vida e a próxima é tão fino que o moribundo pode sentir a presença e paz do Deus Onipotente. Por fim Jesus vem e toma suas mãos, atraindo a pessoa para Si.
            A elaboração do luto é um esforço árduo. Quando é bem vivido, o dom da graça de Deus é experimentado em abundância. Vivenciar o luto não demonstra falta de fé; mostra, pelo contrário, a profundidade do amor. Jesus chorou por causa de Lázaro. Líderes de igreja precisam ser modelos nisso, dispondo-se a entregar seus corações, e não só suas mentes, às suas congregações. Muitos líderes cristãos erradamente suprimem suas emoções com a intenção de parecer fortes espiritualmente. Será que eles não estão mostrando, isso sim, falta de fé por não confiarem que Cristo os susterá firmemente no momento em que a dor e a ira profunda vierem à tona?
            Na verdade há pessoas que evitam vínculos amorosos e relacionamentos mais profundos por medo de serem feridos ao entregar seu amor a alguém. Mas a Bíblia diz que o perfeito amor lança fora todo o medo (I Jo. 4.18). Alguém pode achar que provavelmente não suportaria passar pelo sofrimento que vê outros passarem. No entanto, até o momento em que Deus te pedir para passar pelo vale da sombra, você não possui a graça que Ele derrama sobre aqueles que já estão lá.
            C. S. Lewis, em seu livro Os Quatro Amores, descreve pessoas têm tanto medo de serem feridas pelo amor que preferem uma vida de solidão. Ele diz que é verdade que se você der seu coração ao que quer que seja neste mundo, você se ferirá, porque morte, doença e separação são realidades próprias deste mundo. Portanto o único lugar para onde você poderia fugir para não ser ferido pelo amor é o Inferno, porque no Inferno não existe amor.
            Elaborar o luto é como ajuntar pedras espalhadas em uma pilha, semelhante ao que os israelitas faziam quando levantavam uma torre ou montão de pedras em memorial. Cada oração, cada lágrima derramada, cada anotação no diário, cada abraço, cada momento de raiva processada é uma pedra. Cada pedra nos leva mais perto da aceitação e resolução. Se você não lida com suas emoções, seu corpo chorará por você. Doenças causadas por estresse surgirão. Lágrimas são como um banho que limpa a alma. Elas curam.
            Eclesiastes 7.2 diz-nos que é melhor ir a um funeral do que a uma festa. Eu acho que é porque a agonia profunda da alma nos faz reconhecer que nós não passamos de flores fugazes. O amor de Deus e Jesus Cristo são realidades absolutas. O véu entre este mundo e o próximo se torna mais transparente em um funeral.
            Enfrentar abertamente a própria morte é o último passo para abrir mão de nosso narcisismo. Todd Beamer compreendeu isso quando ele voluntariamente entregou sua vida em favor de outros no malfadado avião em 11/09/01. Quando você for capaz de dizer: “para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho”, é porque a sua vida está tão mergulhada na vida de Cristo que não existe mais aquela proteção narcisista segurando as pontas. Quando se leva a vida de mãos abertas, todos os relacionamentos são vistos à luz da eternidade e os bens materiais são mantidos sem apego, com uma disposição de renúncia. Vivendo assim é que se encontra paz e liberdade verdadeiras. É por esta razão que a jovem mãe que morreu recentemente pôde dizer em seu testemunho que os dois últimos anos de sua vida foram os melhores, e que ela não gostaria de voltar a viver do modo como vivia antes disso. Ela recebeu amor dos outros abundantemente. As prioridades foram colocadas em seus lugares e a paz sustentadora de Deus tornou-se tangível.
            Nós precisamos construir comunidade, comunhão, família e amizades em nossas igrejas enquanto estamos bem. O corpo de Cristo precisa se fortalecer para poder sustentar seus membros quando estão sofrendo. Se toda vulnerabilidade, autenticidade e emoções são evitadas, o corpo se enfraquecerá. As pessoas irão sofrer e passar pelo luto sozinhas quando tragédias as atingirem. Que razão melhor há para se promover a comunhão nos grupos pequenos, apoio aos enlutados e outros tipos de ministério para equipar melhor o corpo de Cristo a fim de amar e cuidar dos feridos e enlutados?
            Deus nos fez para precisarmos uns dos outros. Eu creio que a Igreja precisa construir uma ponte entre as necessidades dos indivíduos e suas necessidades relacionais. Quando chegar o tempo de eu morrer, quero ser sustentada e cercada por pessoas amadas. Você não espera o mesmo?
Ingrid Lawrenz é a esposa do pastor principal da Igreja Elmbrook em Brookfield, Wisconsin. Ingrid trabalha no serviço social clínico na New Life Resources, um ambulatório cristão de saúde mental. Ela e seu marido Mel têm dois filhos.
Tradução de Eliane Ester de Souza


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Tarde de encontro- 02/12/2009























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